domingo, 28 de março de 2010

Amor não é documento!

Luiz era um menino de 16, quando começou a pensar em se apaixonar verdadeiramente. Luiz observava todos os olhares, sorrisos. Mas, ele não encontrava nenhum no qual ele se sentia completo. Foi então que surge Maiara, 14 anos. Seu olhar era brilhante e seu sorriso era perfeito. Luiz foi falar com ela. Porém ela havia medo de se apaixonar. Ela não entendia o porquê das pessoas fazerem juras atrás de juras de amor, se após um tempo isso acaba, vira pó que o tempo e o vento levam.
Luiz tentava explicar que ele não a queria por alguns dias. E sim por vidas. Logo, ela sorriu. Luiz tocava em sua pele e observava o seu olhar de ternura, ele pediu uma chance. Ela disse que sim. Mas pediu para que ele explicasse seus sentimentos por ela.
Sem mais, ele começou a falar.
Entenda-me meu amor que eu te amo da forma que Deus percebeu que Adão precisava de Eva para não ficar louco, do mesmo jeito que em dia nublado o sol não aparece, mas nós sabemos que ele está lá, ou em dia chuvoso, as estrelas não aparecem, mas todas estão lá, com o mesmo brilho. Amo-te do mesmo jeito que preciso do ar para respirar, do mesmo jeito que preciso de uma coberta para aquecer-me no frio. Eu poderia lhe dar mil e um motivos, meu amor por ti não tem limites, é só amor, amor e amor. Maiara sorriu, e disse: “Pequenas palavras, grandes frases... Pequenos instantes, grandes momentos” Eu te amo!

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